quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Psicologia da Personalidade
O ramo da Psicologia que estuda as estruturas componentes da personalidade é a Psicologia da Personalidade. Esta procura sistematizar e compilar as semelhanças e diferenças das estruturas mentais e comportamentais dos seres humanos. Em função disto cria métodos terapêuticos para corrigir distúrbios e perturbações que possam ocorrer, muitas vezes relacionadas com a forma como se processou a formação da personalidade.
A Psicologia é uma ciência que tem sob alguns aspectos uma estrutura filosófica baseada em modelos mentais e comportamentais e que pode, até certo ponto, ser considerada intuitiva; existem correntes de pensamento e teorias psicológicas que realçam determinados aspectos concretos da personalidade, sobre como se organizam, desenvolvem e manifestam os mecanismos mentais no comportamento.

[editar] Teoria da personalidade
As correntes filosóficas da psicologia sob alguns aspectos se coadunam, e em outros, podem ser conflitantes, mas todas elas serviram como pontos de partida para o avanço da investigação científica.

[editar] Psicanálise
A teoria psicanalítica foi elaborada e sistematizada por Sigmund Freud, é uma das teorias mais influentes sobre os mecanismos que movem a personalidade e os processos do inconsciente que dirigem a funcionalidade e o comportamento pessoal.

[editar] Behavorismo
A teoria behaviorista elaborada Burrhus Frederic Skinner, é outra corrente filosófica que trata o comportamento como uma reação do indivíduo ao ambiente e defende, o estudo experimental dessa resposta como o meio mais direto de conhecer a natureza humana.

[editar] Distúrbios / transtornos da personalidade
A personalidade pode ter certos distúrbios que se caracterizam fundamentalmente por vários sintomas que podem ser detectados em conjunto ou individualmente.
Alguns exemplos de sintomas de distúrbios / transtornos da personalidade: falta de socialização; deformidade de caráter; o indivíduo não observa as suas obrigações em relação a outros, a grupos, a convenções sociais, intolerância, frustração, impulsividade, egoísmo, falta de autocensura, incapacidade de aprender com base em seus próprios erros, irresponsabilidade, instabilidade de humor, de auto-estima e de relações interpessoais, freqüentes atos impulsivos e autolesivos, ira descontrolada, sensação de tédio e ameaça de suicídio, entre outros tantos sistematizados.

[editar] Máscara
Todas as pessoas têm sua personalidade, ela é delimitadora de sua relação com seus iguais e a máscara que todos usam, nas suas relações interpessoais.
A humanidade, muitas vezes, pode ser enxergada como protagonista de uma peça de teatro onde cada um desempenha um papel imposto pelo grupo. À semelhança do teatro, quanto mais perfeito é o desempenho do indivíduo, mais aplauso receberá da platéia, esta, basicamente, formada pelos elementos circundantes.
Pode-se definir que o aplauso é o alimento do ego e, em busca daquele, os indivíduos permitem-se a pequenas variações em seus papéis decorrentes daquilo que julgam adequado para agradar aos espectadores.
Quando o personagem não é compreendido pelo grupo circundante procedendo no exagero nas variações das máscaras utilizadas para o seu aperfeiçoamento, ou o medo em usá-las para realizar o seu papel na sua plenitude, pode levar a desajustes que são denominados modernamente de neurose.
O temor de não ser aprovado pela sociedade leva a uma rigidez na mudança das máscaras, ou seja, o temor da vaia cria o sentimento de timidez. Em contrapartida, a carência de aplausos leva o indivíduo à busca desenfreada de destaque especial ao papel perante a platéia.
As máscaras, na verdade são defesas, cuja finalidade principal, é proteger o indivíduo do meio circundante. Na psicologia social e na sociologia, a individualidade (e suas máscaras)perde parte de sua importância quando se trata da análise da ação do grupo como um todo. A somatória das máscaras individuais, gera uma defesa grupal, onde não se reconhece o ser isolado e sim, a reação do grupo.
A genética comportamental é uma disciplina científica que estuda os mecanismos genéticos e neurobiológicos envolvidos em diversos comportamentos animais e humanos. Podemos caracterizá-la como uma área de intersecção entre a genética e as ciências de comportamento.
A engenharia genética forneceu as ferramentas necessárias ao estudo do comportamento associado à genética molecular. Isto permite que, progressivamente, possamos avançar na identificação de genes capazes de modular certos comportamentos, e de entender como estes genes interagem com o ambiente na formação de traços normais e patológicos da personalidade humana.
O impacto dessa área de conhecimento na Psicologia é tremendo. Estamos vivendo uma verdadeira revolução no entendimento das causas do comportamento. No entanto, a Psicologia, particularmente aqui no Brasil, parece desconhecer estes avanços. Um conjunto de premissas teóricas e metodológicas que podemos chamar de “modelo padrão de causalidade do desenvolvimento da personalidade” exerce um efeito profundo sobre a população leiga e, infelizmente, na maioria dos profissionais em psicologia. A expressão “efeito paradigma” cunhada pelo cientista social Joel Barker aplica-se neste caso- o paradigma tradicional filtra a percepção de modo a impedir a emergência de um novo paradigma.
Comportamento e genéticaA história da rejeição dos achados da genética tem um ponto importante nas idéias nazistas. O azismo tentou usar a genética para amparar sua teoria da superioridade ariana, considerando como seres inferiores os negros, ciganos, eslavos, retardados e deformados, justificando assim o seu envio para campos de extermínio. É desnecessário comentar que essa interpretação é pura fantasia de mentes doentias e não tem qualquer embasamento científico.
A psicologia americana na época da segunda guerra mundial era radicalmente ambientalista, e em função da associação “nazismo-genética” afastou-se ainda mais dessa ciência. Admitir diferenças genéticas entre João e Pedro em habilidades cognitivas, por exemplo, seria aceitar os pressupostos que justificariam o fascismo e o racismo. Até hoje encontramos essa concepção no meio acadêmico de esquerda da Psicologia. Apesar de partilhar da preocupação em rechaçar ideologias de extrema direita, acredito que não é mais possível sustentar este tipo de crítica à genética pois é baseada em um equívoco grosseiro.
Uma outra concepção que afasta as pessoas do reconhecimento das contribuições da genética comportamental é a posição já ultrapassada do “determinismo genético”, combinada ao que é referido na literatura (Rachels, 1991) como “falácia naturalista”. O “determinismo genético” postula que certos aspectos nossa personalidade e nosso comportamento seriam definidos por nossos genes, de modo inescapável. Essa posição está completamente ultrapassada, sabemos hoje que todo comportamento depende, em maior ou menor grau, de fatores genéticos e de fatores ambientais, interagindo de maneira extremamente complexa.
A palavra determinação é equivocada, e deve ser substituída por expressões como tendências, propensões ou influências genéticas. Os genes definem tendências, mas são as experiências individuais que, sempre, as modulam. Qualquer gene precisa, para haver a chamada expressão adequada, de determinadas circunstâncias externas, sejam bioquímicas, físicas ou fisiológicas. A pergunta clássica “este comportamento é herdado ou adquirido pela experiência?” perde completamente o sentido, dando lugar à difícil questão “como é que os genes interagem com o ambiente na produção deste comportamento?.”
A “falácia naturalista” (Rachels, 1991) é outra noção perigosa, mas espantosamente difundida. Refere-se a um equívoco na interpretação da teoria de evolução, estendendo-se a qualquer característica que seja diretamente influenciada pelos genes. Refere-se ao salto entre aquilo que “é” para o que “deve ser”. Ou seja, cair na “falácia naturalista” é concluir que, se nossa espécie apresenta uma característica comportamental com modulação genética (aquilo que é), então esse seria o padrão “natural” ou “correto” de conduta (aquilo que deve ser). Em um exemplo, se as pesquisas demonstram uma forte tendência masculina para a infidelidade conjugal (Buss, 1994), e admitindo-se uma base genética para esta diferença sexual, não poderíamos sustentar a inevitabilidade da traição masculina, uma vez que é o comportamento “natural”?
Darwin concebeu a seleção natural como um processo mecânico, sem planejamento antecipado e sem qualquer implicação moral. O certo ou errado, no sentido daquilo que deveria ser, não pode ser deduzido a partir da teoria darwiniana, embora esta teoria possa nos dizer como evoluiram nossos sentimentos morais. Portanto, a tentativa de atribuir valores morais a um comportamento pelo fato dele ter sido selecionado não tem qualquer sentido. A propensão genética para a infidelidade não a torna inevitável (os homens podem perfeitamente controlar este impulso) ou moralmente aceitável. O mesmo raciocínio vale para qualquer tendência com componentes genéticos –não tem qualquer sentido justificar eticamente um padrão de comportamento argumentando que este é o “natural”, pois outros critérios devem ser usados para avaliar as conseqüências de nossos atos.
Herdabilidade e determinismo genéticoPara compreender as contribuições da Genética Comportamental para a Psicologia é necessário discorrer um pouco sobre um conceito importante desta disciplina, mas que freqüentemente é mal interpretado: a herdabilidade (heritability). Herdabilidade é uma medida estatística que é expressa como um percentual. Essa percentual representa, em última análise, a extensão em que os fatores genéticos contribuem para variações, em um dado traço, entre os membros de uma população.
Se afirmamos que um traço é 50% herdado, isto tem que ser entendido como afirmar que metade da variância naquele traço está ligado à hereditariedade. Herdabilidade é um modo de explicar as diferenças entre as pessoas. No entanto, isso significa que a influência dos genes em um determinado traço será elevada se a herdabilidade também for alta.
É evidente que a quantificação da influência dos genes em um dado traço não implica no “determinismo genético”. Biologia não é destino, e os recentes estudos em genética comportamental na verdade confirmam a importância dos fatores ambientais. Mesmo uma característica fortemente hereditária como a fenilcetonúria pode ter a sua expressão fenotípica modulada de modo decisivo pelo ambiente. Alterações nutricionais podem permitir uma vida normal aos portadores destes genes -mas que sem essas mudanças da dieta certamente desenvolveriam o problema.
Na realidade, o percentual de herdabilidade não é algo fixo, estático. O conceito só adquire seu significado se partirmos do pressuposto de que os fatores ambientais ocorrem de modo mais ou menos homogêneo em uma dada população. Na medida em que existe uma influência atípica de algum fator, o meio passa a ser mais responsável, em termos relativos, pelas diferenças observadas entre os sujeitos.
Um outro aspecto importante que ocasiona confusão e mal-entendidos é a chamada influência poligênica. O comportamento não é diretamente influenciado pelos genes, no sentido de uma relação de 1: 1 entre um gene e um comportamento. A maioria das características complexas é modulada pela ação de vários genes, o que também é chamado de influência poligênica. Na realidade, quem produz o comportamento é o cérebro, através do processamento que ocorre em circuitos neurais específicos. Mas são os genes que influem poderosamente no desenho do cérebro, predispondo o organismo a responder aos estímulos de certo modo -com uma preferência por certas classes de estímulos, por exemplo.
Cada célula nervosa expressa genes que, em última análise, governam a síntese de determinadas proteínas. Um circuito neural envolvido com uma forma de comportamento requer normalmente todo um conjunto de proteínas (tanto estruturais como catalíticas) sintetizadas no tempo e lugar certos para reger o desenvolvimento e a função desempenhada pelas células nervosas. E isso tudo é orquestrado pelos genes.
No entanto, apesar de muitas características sofrerem ação poligênica, as vezes um só gene pode ter efeitos decisivos no comportamento. Pesquisas com animais muito simples, como o nematódio C. elegans, a mosca da fruta Drosophila melanogaster e o camundongo Mus musculus revelam a importância de genes específicos no comportamento. Mesmo em animais complexos um único gene pode ser significativo. Em humanos, na doença de Huntington, um gene sintetiza uma proteína grande, também chamada Huntington, e como resultado ocorrem perdas de neurônios colinérgicos e GABAérgicos (que promovem a neurotransmissão através da acetilcolina e ácido ?-aminobutírico) entre outros efeitos. Ou seja, um único gene pode ter um efeito devastador no comportamento, dependendo das conseqüências específicas de sua ação.
Gêmeos e comportamentoMas será que um comportamento complexo como o envolvido com o divórcio, para citar um exemplo curioso e polêmico, poderia ser influenciado pelos genes? Se uma característica, como a inclinação ao divórcio, é realmente influenciada pelos genes, podemos prever o seguinte: se um gêmeo idêntico se divorcia, a chance do outro se divorciar seria grande também, pois os mesmos genes estariam em ação. Os gêmeos fraternos não apresentariam essa correlação de modo tão intenso, pois partilham metade dos genes.
A correlação entre adotados no mesmo lar pode ser um instrumento útil para verificar o peso do ambiente durante a infância no produto final, a personalidade adulta. Seria esperado, dentro da teoria da causalidade tradicional do desenvolvimento da personalidade, encontrar pelo menos algumas influências em comum pelo fato destas crianças dividirem o ambiente familiar, que é semelhante pelo menos alguns parâmetros como a personalidade dos pais, nível social, econômico e cultural, sistema religioso, etc. É evidente que ser criado no mesmo lar não quer dizer que os estímulos que incidiram na criança em desenvolvimento foram os mesmos. No entanto, a previsão da teoria tradicional é que, já que o ambiente apresenta semelhanças, haveria correlação moderada entre as crianças adotadas.
A correlação entre testes de personalidade e de Q.I. entre adultos que quando crianças foram adotados e criados no mesmo lar é zero (Ploomin, 1990). Ou seja, em outras palavras o ambiente compartilhado durante a criação no mesmo lar não teve nenhum efeito detectável em testes de personalidade ou Q. I. na fase adulta. É importante salientar que estes estudos surpreendem até mesmo os geneticistas comportamentais, que muitas vezes esperavam encontrar substrato empírico para fundamentar a teoria da causalidade tradicional, uma tradição de pensamento que também fez parte de sua formação.
MgGue e Lykken (1992), em outro exemplo curioso, verificaram que, se você tem um gêmeo idêntico que se divorcia, suas chances de se divorciar são seis vezes maiores do que seriam se seu irmão, por exemplo, não tivesse passado pela experiência do divorciar-se. Bem, se você tem um irmão gêmeo fraterno (não idêntico) divorciado suas chances caem para apenas duas vezes mais. A idade dos sujeitos variava entre 34 a 53 anos.
Em um artigo consistente sobre este tema, Jockin, Mcgue & Likken (1996, p. 296) concluiram que a personalidade prediz o risco do divórcio e, mais específicamente, “ isso ocorre em grande parte por causa da genética mais do que pelas influências do meio de que eles compartilham”.
Será que podemos concluir que o divórcio é hereditário? Sim e não. Sim, pois podemos interpretar adequadamente essa afirmação. A hereditariedade é um fator que tem valor preditivo quanto à probabilidade de divórcio (MgGue e Lykken, 1992; Jockin, Mcgue & Likken, 1996). Não, pois não estamos falando de um gene específico para o divórcio. Trata-se de uma correlação, e sabemos que correlações não envolvem, necessariamente, conecções causais. Uma terceira variável, como o nível de testosterona (em homens), pode causar o impulso pela dominância, comportamentos antisociais e criminalidade violenta e, talvez como um subproduto de outras tendências, a propensão ao divórcio (Mazur & Booth, 1998).
Esse aspecto dos traços herdados que tem como subproduto outros traços é uma das sutilezas do processo da interação gene-ambiente. Outra sutileza é a chamada “covariação gene-ambiente”. As vezes, uma determinada característica é gerada por eventos ambientais que estão correlacionados aos genes. Deste modo, aparentemente a característica se relaciona aos eventos ambientais, mas na verdade é produto de uma covariação.
A título ilustrativo, sabemos que a composição dos tipos de fibras musculares (lentas ou rápidas) das pernas é fortemente relacionada à herança genética. Isso coloca os portadores de uma maior proporção de fibras rápidas, desde cedo, em posição vantajosa quanto à disputas em corridas curtas, de velocidade. Eles passam a receber treinamento e atenção diferencial, e o sucesso retroalimenta os estímulos ambientais que os impulsiona a adquirir maior velocidade nas quadras. Assim, freqüentemente as propensões genéticas interatuam de forma complexa com os eventos da vida, dificultando a compreensão das relações causais.
A importância da criaçãoMas que dizer da importância relativa da criação, o fator causal mais popular (tanto em nível de senso comum como em profissionais de psicologia) para explicar a personalidade de um sujeito adulto? Um adulto não se torna agressivo devido a forma como é criado pelos pais? A infância não é um período de molde, vital para a estruturação da personalidade adulta, e os pais não são a mais importante fonte de estímulos para o desenvolvimento?
Na realidade, existem evidências sólidas em estudos de grande escala, metodologicamente convincentes, de que os genes influenciam a personalidade adulta. Surpreendentemente, o mesmo não é verdadeiro para a hipótese do papel preponderante da criação pelos pais. Uma revisão crítica da literatura mostra pouca evidência conclusiva quanto ao ponto de vista de que eventos específicos do período de infância são os verdadeiros responsáveis pela arquitetura da personalidade adulta (Seligman, 1995; Harris, 1998; Bouchard & McGue, 1990; Dunn & Ploomin, 1990; Ploomin, 1990; Ploomin & Bergeman, 1991; Heath, Eaves & Martin, 1988; Plomin & McClearn, 1993).
É necessário salientar que uma das mais importantes fontes de evidência para a “hipótese da criação” (Harris,1998) -os estudos de continuidade entre a infância e a idade adulta –são, em sua esmagadora maioria correlações entre essas duas variáveis. A possibilidade de que uma terceira variável, como a influência dos genes dos pais, tenha relação causal com a estrutura da personalidade adulta, simplesmente não é testada ou refutada. Exemplos desta falha metodológica são abundantes, como a correlação entre forma de tratamento que a mãe dá ao seu filho e a criminalidade mais tarde na vida adulta (Stattin & Klackenberg-Larsson, 1990) ou então a suposta ligação entre traumas infantis e tentativas de suicídio na idade adulta (Kolk, Perry & Herman, 1991). Como poderíamos saber ou mesmo descartar a influência dos genes nestas manifestações comportamentais?
Em um estudo feito na Dinamarca, um país onde as adoções e também os registros criminais são feitos meticulosamente, todos os meninos adotados em Copenhage em 1953 foram acompanhados (Mednick e Christiansen, 1977). Descobriu-se com base nos registros criminais dos pais (biológicos e adotivos) e dos filhos quando adultos que somente cerca de 11-12% destes cometia crimes se o pai biológico, doador de 50% dos genes, nunca houvesse cometido um crime. Isso tanto para crianças adotadas pôr pais adotivos criminosos ou não. Ou seja, não houve diferença significativa na criminalidade pela influência de ser criado por um pai adotivo criminoso.
Mas a complexidade das interações gene-ambiente se evidenciam quando observamos o restante dos dados obtidos neste estudo. Se a criança adotada tinha um pai biológico criminoso, e portanto tinha alta chance de apresentar genes relacionados à modulação deste comportamento, quase o dobro apresentava criminalidade (cerca de 22%). O pai natural não tinha contato com a criança desde os seis meses de idade. No entanto, talvez como resultado de fatores epigenéticos os filhos de pais criminosos adotados pôr pais também criminosos tinham uma incidência de 36% de crime- o que mostra uma influência reforçadora do meio nesse aspecto particular, mas em interação com os genes.
No entanto, de modo geral podemos dizer que, se de um lado temos pouca evidência convincente sobre a influência de eventos atribuíveis às interações com os pais durante a infância na personalidade adulta, por outro temos estudos apontando que gêmeos idênticos são muito mais semelhantes um com o outro quando adultos do que gêmeos fraternos criados juntos- e isso acontece mesmo que os gêmeos idênticos sejam criados em continentes diferentes, experienciando culturas diversas, diferentes sistemas religiosos, estrutura social, tipo de alimentação e outros fatores ambientais! Essas semelhanças foram verificadas em características como habilidades e deficiências cognitivas, depressão, raiva, bem estar subjetivo, otimismo, pessimismo e mesmo traços como religiosidade, autoritarismo, satisfação no trabalho e muitos outros (Seligman, 1995; Harris, 1998; Bouchard & McGue, 1990; Dunn & Ploomin, 1990; Ploomin, 1990; Ploomin & Bergeman, 1991; Heath, Eaves & Martin, 1988; Plomin & McClearn, 1993).
Como argumento adicional, foi possível observar que os filhos adotados não crescem com personalidade semelhante aos seus pais adotivos; na verdade, são muito mais parecidos com seus pais biológicos, embora muitas vezes não tenham sequer os conhecido!
É evidente que os fatores não genéticos são muito importantes, e é justamente a genética comportamental que oferece substrato a essa afirmação. Mas, novamente, um exame desapaixonado das evidências aponta conexões causais diferentes do senso comum. É importante lembrar que as influências ambientais, ou não genéticas, incluem fatores que incidem desde a concepção até o nascimento (influências fetais de níveis hormonais por exemplo) e a totalidade dos estímulos do meio durante o desenvolvimento da pessoa após o nascimento.
Se o que estamos procurando é um período “modelar” no desenvolvimento, e um conjunto de fatores que possam prever e explicar o padrão de comportamento de um sujeito adulto, não parece existir muita base racional para acreditar na noção de que a forma de criação pelos pais desenhe decisivamente a personalidade. Podemos encontrar fatores causais de maior poder preditivo olhando para o DNA e para os grupos de referência com os quais a criança interage. Harris (1998) por exemplo dedica seu livro “The nurture assumption” (já publicado em português) a refutar esse exagero do papel causal dos pais em contraste com um “pacote” de estimulação ambiental extremamente negligenciado mas muito mais influente na formação da personalidade, e que não se passa somente na primeira infância: a socialização dos filhos a partir de seu grupo de amigos.
O argumento de Harris (1998) envolve uma compreensão mais sofisticada do tipo de ambiente psicológico para o qual nossa mente teria sido preparada para lidar. Normalmente uma das premissas implícitas presentes no raciocício dos teóricos do desenvolvimento e da personalidade é a consideração de que os pais são nossa principal fonte de estímulos, na principal idade de moldagem da personalidade. Através de uma ampla revisão em estudos etológicos, primatologia comparativa, experimentos em psicologia social, dados etnográficos de sociedades caçadoras coletoras e estudos com bebês humanos podemos concluir que na verdade as crianças não foram projetadas para aprender e imitar os pais, mas sim as outras crianças, particularmente as mais velhas. Segundo Harris (1998) é isto que aconteceu em nosso passado evolucionário, e provavelmente o cérebro humano está configurado para processar informação específica do meio social, buscando a inserção do sujeito nas complexas hierarquias de dominância características de nossa espécie. Em outras palavras, a informação assimilada através da socialização pela interação com crianças seria prioritária e mais influente (pelo menos na formação da personalidade do adulto) do que a informação adquirida através das interações com os pais em um período limitado da infância. E o período de moldagem seria portanto mais extenso, incluindo aspectos importantes como os grupos de referência na adolescência.
ConclusãoEm síntese, o que chamei de “modelo padrão de causalidade do desenvolvimento da personalidade” não parece resistir às evidências recentes provenientes de estudos comportamentais metodológicamente adequados e das contribuições da genética comportamental. A genética pode influenciar tremendamente a personalidade, e os estímulos do meio ambiente apontado pela esmagadora maioria das teorias como os mais relevantes para compreender as causas do comportamento adulto, a interação com os pais na infância, podem ser na realidade provenientes de outras fontes até então negligenciadas, como a socialização com outras crianças ao longo da infância e adolescência.
A psicologia enquanto ciência que tem por objeto de estudo o comportamento não pode apegar-se a premissas empiricamente insustentáveis simplesmente por tradição de pensamento com raízes históricamente profundas. Um exame atento da história da evolução das teorias científicas mostra que um novo paradigma demora até ser assimilado, especialmente se revela aspectos anti-intuitivos, que não combinam com nossas formas já estabelecidas de explicar o universo. Uma visão renovada e interdisciplinar certamente será mais produtiva para compreender a complexidade da causalidade do comportamento, mesmo que essas novas premissas sejam assustadoramente antagônicas à nossa compreensão intuitiva.

terça-feira, 4 de setembro de 2007

TEMPERAMENTOS GUIADOS PELO ESPÍRITO
Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte? Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado.Romanos 7:24-25. Por Pastora Cléa Cordeiro
Você conhece seu Temperamento?A palavra temperamento deriva do latim temperamentum e significa "uma mistura em proporções". É a mesma derivação de tempero e temperança. Isso quer dizer que, apesar do temperamento ser a raiz instintivo-biológica da personalidade, é possível trabalhar no sentido de "dosá-lo; bem proporcioná-lo". O temperamento define a forma básica de reação de cada pessoa frente à vida e seus obstáculos, bem como às suas graças. É a forma de apreensão do mundo e das experiências.
As Forças do TemperamentoCOLÉRICO - Força de vontade firme, prático, otimista, líder por natureza.SANGÜÍNEO - Apreciador, otimista, amistoso, compassivo.MELANCÓLICO - Sensível às necessidades alheias, perfeccionista, analítico, amigo fiel.FLEUMÁTICO - Espirituoso, bom conselheiro, gosta de ouvir, digno de confiança.
As Fraquezas do TemperamentoCOLÉRICO - Violento, cruel, impetuoso, auto-suficiente.SANGÜÍNEO - Muito turbulento, egoísta, emocionalmente instável.MELANCÓLICO - Egocêntrico, pessimista, caprichoso, vingativo.FLEUMÁTICO - Obstinado, indeciso, provocador, conservador.
Temperamentos Modificados pelo Espírito SantoCOLÉRICO - Pleno do Espírito, tem amor, paz, docilidade e paciência.SANGÜÍNEO - Pleno do Espírito, tem autocontrole, paz e humildade.MELANCÓLICO - Pleno do Espírito, tem bondade, alegria, paz e amor.FLEUMÁTICO - Pleno do Espírito, tem amor, fé, bondade e autocontrole.
E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.II Coríntios 5:17.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

A dimensão estética das desigualdades sociais modernasEm uma excelente análise acerca das formas de classificação intersubjetiva entre os indivíduos modernos Pierre Bourdieu, em seu Dintinción (2002), mostra como a diferenciação simbólica entre as classes e os segmentos de classe naturaliza-se objetivamente em tipos diferenciados de gente. Isto causa impactos psíquicos profundos na medida em que afeta diretamente a condição emocional dos indivíduos causando depressão, timidez e baixa auto-estima, o que resulta diretamente em impactos sociais concretos, dificultando o desempenho individual nas relações diante do outro, principalmente quando o outro é alguém favorecido pelos signos da distinção.A mesma lógica e aplicada por Bourdieu, agora em seu Dominação Masculina (1999), quando analisa a forma como os gêneros são transformados em discursos, onde uma classificação cultural camufla-se em aparências naturais. Nesta perspectiva ele identifica o corpo como principal portador e reprodutor de diferenças hierarquizantes socialmente construídas. Este processo ocorre na aquisição do habitus, que para ele significa um conjunto de esquemas avaliativos e formas de comportamento incorporados pré-reflexivamente pelos indivíduos em sua trajetória de vida.Sendo assim, desejo aplicar estas categorias interpretativas a dois aspectos centrais da vida cotidiana: as relações profissionais e as relações afetivas. De acordo com Axel Honneth, em seu Luta por reconhecimento, estas são duas esferas intersubjetivas fundamentais para a construção da auto-estima e autoconfiança dos indivíduos (Honneth, 2003) Ademais, Charles Taylor desenvolve nesse sentido a velha tese weberiana da afirmação da vida cotidiana ressaltando que as esferas do trabalho e da família passam a ser na modernidade o centro de nossa valoração e sentido, bem como da constituição de nossa identidade (Taylor, 1997). De modo que estas questões tocam hoje no cerne de nossa existência. Por isso é fundamental compreender os detalhes das distinções sociais nestes aspectos. Aqui eu desejo acrescentar a função diferenciadora exercida pelos critérios estéticos de classificação relacionados aos padrões de beleza. Neste ponto é necessário lembrarmos os signos de classificação estética naturalizados na sociedade ocidental moderna, bem como a forma como lograram eficácia.Estes signos são tipos étnicos e genéticos que estão culturalmente classificados em uma hierarquia muito bem definida. Esta classificação está internalizada em nosso imaginário coletivo, condicionando nosso olhar diante das formas físicas do outro e de nossa própria. Isto significa que o indivíduo moderno, a todo momento, conscientemente ou não, situa a si mesmo e ao outro dentro de uma classificação estética arbitrariamente pautada em diferenças físicas.Esta hierarquia possui uma origem complexa. No mundo ocidental, temos como belo o modelo físico do europeu, em conseqüência do fenômeno eurocêntrico da colonização, em detrimento dos demais tipos físicos. Este padrão se desenvolveu na medida em que se consolidou, nas nações colonizadas, um modelo de sociedade desigual dominado pelos brancos europeus. Sendo assim, a afirmação da imagem do europeu como mais evoluído, superior, inteligente e belo, é fundamental para a eficácia simbólica da distinção social estética. A afirmação da imagem, na verdade, é uma naturalização de uma hierarquia entre corpos mais perfeitos e menos perfeitos.Neste ponto, gostaria de chamar a atenção para o fato de que a cor da pele nem sempre consiste no critério mais importante dessa classificação. O padrão sutil e subliminar de beleza está muito mais implícito nos traços do rosto e nos cabelos do que na cor da pele. Um negro de traços faciais finos, típicos do europeu, geralmente é percebido como mais belo do que um branco de traços largos, típicos dos africanos. Neste contexto os nordestinos, por exemplo, sofrem preconceitos sutis relacionados a sua aparência, principalmente nos núcleos regionais de maior colonização européia.A construção e difusão do olhar estético condicionado se processa de forma subliminar, nas entrelinhas, nos signos. Neste sentido, a mídia reflete e reproduz com impressionante vigor estes padrões estéticos. É importante lembrar que estes padrões, além de se materializarem em tipos físicos naturalizados, se esquematizam e combinam também em tipos de comportamento e em modismos, na lógica entendida por Bourdieu como uma disputa entre as classes e grupos sociais pelo monopólio do “gosto”, compreendido como um jeito sofisticado e especial de ser que concede a algumas pessoas o status de naturalmente melhores (Bourdieu, 2002).Depois deste breve parêntese acerca da formação da distinção estética, podemos nos concentrar na análise de seus impactos psicossociais nas relações profissionais. Neste campo tão importante da vida cotidiana, os resultados dessa diferenciação podem ser irreversíveis. Por exemplo, um indivíduo classificado como feio pode enfrentar uma extrema timidez acompanhada por dificuldades de expressão quando estiver diante de uma entrevista de emprego. Isso quando sua oportunidade não é vetada mesmo antes, como nos conhecidos anúncios que solicitam “boa aparência”. Aqui identifico uma espécie de capital estético, que em muitos casos pode definir a situação a priori, abrindo ou fechando portas nas diversas esferas da vida pública.O ponto que quero destacar aqui é que a baixa auto-estima causada nos indivíduos classificados por baixo na hierarquia estética, desde que ele inconscientemente incorpore e internalize sua inferiorização como inferioridade, pode causar danos psíquicos irreparáveis como, por exemplo, a desistência diante de determinadas situações profissionais ou simplesmente públicas em que costuma fracassar. Isto significa que a estética contribui de forma gigantesca para a sensação de fracasso ou sucesso pessoal e moral nas sociedades modernas.O último aspecto desta análise diz respeito aos impactos psicossociais no campo das relações afetivas. Principalmente nesta dimensão tão importante para nossa individualidade, as conseqüências emocionais da distinção estética através da posse ou não do capital estético socialmente distribuído são avassaladoras. Isto por que, conforme Honneth em sua análise sobre a família, as relações afetivas tocam na dimensão primária de nossa natureza (Honneth, 2003). O problema aqui está na timidez e introversão geralmente causada nas pessoas desfavorecidas pela diferenciação simbólica. Os resultados são reais, considerando que a inibição nas relações afetivas pode causar profunda solidão, seja com respeito a relacionamentos amorosos, seja com respeito a amizades, o que pode levar à depressão e até mesmo ao suicídio.O condicionamento do olhar pode ser muito bem percebido na fragilidade dos relacionamentos afetivos modernos, onde o interesse individual socialmente condicionado, na maioria dos casos, privilegia a beleza física acima de qualquer outro critério. Este é um bom exemplo de como os indivíduos sociabilizados são moldados a determinadas formas sociais que pré-direcionam seu gosto e seu olhar.Além do mais, podemos pensar também nos indivíduos situados fora do modelo físico simétrico considerado normal, ou seja, os portadores de diferenças físicas assimétricas de qualquer espécie ou pessoas de qualquer tipo de aparência incomum. Nestes casos, o que predomina é a estética da maioria, concebendo assim as minorias diferentes como verdadeiras anomalias físicas e conseqüentemente sociais. Também neste tipo de hierarquização os impactos psicossociais podem ser devastadores, tanto no mundo social, seja em sua dimensão pública ou privada, afetiva, profissional ou de qualquer outro caráter, quanto no complexo mundo subjetivo individual.Deste modo, uma mudança em nosso olhar se faz urgente. Isto por que as classificações simbólicas, como aquelas já estudadas por Bourdieu entre classes e gêneros, assim como as estéticas ressaltadas aqui, são fenômenos complexos que invisivelmente contribuem para a perpetuação das diferenças sociais. Na modernidade, nosso olhar economicista condicionado pela forte presença do capitalismo competitivo em nossas vidas não consegue tematizar estas questões, e é exatamente por passarem despercebidas que alcançam tanta eficácia na reprodução de nossas diferenças. Sendo assim, podemos compreender então que igualdade é também uma questão moral, compreendida aqui como pano de fundo normativo que conduz nossas atitudes, além de material. O acréscimo desta perspectiva em nossa autopercepção é um avanço indispensável na luta contra as desigualdades modernas.

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

CONQUISTA DE JERICÓ

Um Exemplo de Graça e FéA Conquista de Jericó (pdf)
A conteceu quase 3.500 anos atrás. A lei que governava os judeus era outra, que não está em vigor hoje. Mas a conquista de Jericó serve como um exemplo importante para nos instruir. Paulo disse que os exemplos do Antigo Testamento servem para nos instruir (1 Coríntios 10:6) e para demonstrar a fidelidade de Deus em cumprir as suas promessas (Romanos 15:4). O autor de Hebreus usou exemplos de fé da antigüidade para nos incentivar na nossa caminhada da fé (Hebreus 11:4-38; 12:1). Entre estes exemplos aparece esta simples afirmação: “Pela fé, ruíram as muralhas de Jericó, depois de rodeadas por sete dias” (Hebreus 11:30). Vamos analisar a vitória dos israelitas sobre Jericó como exemplo para nossa instrução.
O Contexto Histórico
Uma geração – a geração incrédula que recuou quando Deus mandou tomar a terra prometida 39 anos antes – passou. Dos 603.550 homens contados depois da saída do Egito, apenas dois sobreviveram para guiar a nova geração de israelitas à terra de Canaã. Antes de morrer na planície transjordânica, Moisés dedicou suas últimas semanas à instrução do povo numa série de discursos registrados para nós no livro de Deuteronômio (leia, especialmente, 31:1-6).
Josué foi escolhido por Deus como sucessor de Moisés. Deus prometeu estar com ele e o animou para cumprir a sua tarefa, e Josué aceitou esta grande responsabilidade (Josué 1:6-11).
Quando aproximaram à terra, o novo líder dos israelitas mandou espiões para a cidade fortificada de Jericó, e eles voltaram com um relatório positivo (2:1,23-24). O povo atravessou o rio Jordão e colocou pedras como memorial do milagre que Deus fez para conduzi-lo à terra (capítulos 3 e 4).
Logo depois de chegar à terra, os israelitas do sexo masculino que nasceram no caminho do Egito foram circuncidados. Desta maneira, Deus tirou sua imundícia (5:1-9). Celebraram a Páscoa no dia designado (5:10). Agora que receberam uma terra boa que ia sustentar a nação, cessou o maná, o pão que Deus havia mandado do céu durante a peregrinação (5:12).
A Conquista de Jericó
O príncipe do exército do Senhor apareceu a Josué e lhe deu orientação sobre a primeira batalha da conquista (5:13-15; 6:1-5). Quase 250 versículos na Bíblia falam do Senhor dos Exércitos, uma declaração da força de Deus como refúgio do seu povo, capaz de responder às orações e proteger os fiéis – “Ó Senhor dos Exércitos, feliz o homem que em ti confia” (Salmo 84:12; cf. 24:10). O príncipe mandou Josué tirar suas sandálias, porque estava num lugar santo (5:15; cf. Êxodo 3:5).
Nas instruções que Deus deu a Josué, vemos a importância da graça de Deus e da obediência fiel dos homens (6:1-5). Deus disse: “Entreguei na tua mão Jericó” (6:2). Ao mesmo tempo, ele deu instruções aos homens de Israel e disse: “...assim fareis” (6:3-5). Ele falou para: ➊ Os israelitas rodearem a cidade uma vez por dia durante seis dias; ➋ Eles rodearem a cidade sete vezes no sétimo dia; ➌ Os sacerdotes tocarem suas trombetas; ➍ O povo gritar; e ➎ Subir e tomar a cidade quando o muro caísse.
Os israelitas obedeceram. Começaram imediatamente (Josué 6:6-7) e continuaram durante seis dias (6:8-14). No sétimo dia, rodearam a cidade sete vezes e seguiram as instruções especiais (6:15-21). Entre outras coisas, Deus falou para evitar certas coisas condenadas (6:18-19). Os sacerdotes tocaram, e o povo gritou, subiu, tomou a cidade (6:20) e queimou as coisas nela (6:24).
Graça e Fé na Conquista da Terra
Quando fala da conquista de Jericó, o texto diz que eles fizeram várias coisas e tomaram a cidade (6:3-5,20-21). Também diz que Deus lhes entregou a cidade (6:2,16). A mesma linguagem aparece em outras conquistas: a cidade de Ai (8:1,7-8); a guerra contra cinco reis (10:8,12,19); a guerra contra Jabim e seus aliados (11:7-8); a terra toda (21:43-45; 24:8,11).
Pela graça, Deus lhes entregou as cidades e a terra. Pela fé, eles pelejaram, tomaram e possuíram a terra. Qualquer falha na conquista foi culpa do povo por não obedecer – conseqüência de uma falta de fé – e não culpa de Deus, pois a graça não falhou (21:45; Juízes 2:2-3).
Graça e Fé na Nossa Salvação
E fésios 2:8-10 pode ser visto como o resumo mais completo no Novo Testamento do processo da nossa salvação: “Porque pela graça sois salvos mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.”
Somos salvos pela graça. Seria errado limitar a graça de uma maneira que nega todas as obras de Deus na nossa salvação. A graça inclui tudo que Deus fez e faz para nos salvar. A graça que nos salva inclui: a promessa eterna de Deus (Tito 1:2); a lei que conduzia homens a Cristo (Gálatas 3:24); o envio do Filho amado (João 3:16); a morte de Jesus na cruz (2 Coríntios 5:15); o sangue de Jesus (Apocalipse 1:5); a ressurreição de Jesus (Rm 4:25); a obra renovadora do Espírito Santo (Tito 3:5); etc.
Seria absurdo alguém argumentar que a graça nos salva independente de todas estas coisas que Deus tem feito. Quando falamos da graça de Deus, obviamente falamos de tudo que ele faz, e entendemos que a graça dele é a parte maior da nossa salvação. Nada que o homem faz se compara à graça de Deus. A graça dele, porém, não anula a necessidade da nossa resposta de fé, o aspecto da salvação que veremos agora.
Somos salvos mediante a fé. Seria igualmente errado limitar a fé do homem de uma maneira que nega todas as obras que Deus pede na nossa salvação. A fé inclui tudo que o homem faz para receber a salvação que Deus estende a ele. A fé necessária para a nossa salvação inclui: o arrependimento dos pecados (Lucas 13:3); a confissão da fé (Romanos 10:9), mesmo se a confissão for difícil devido às atitudes das pessoas ao nosso redor (Marcos 8:38); o batismo para remissão dos pecados (Atos 2:38; 22:16); a perseverança (Hebreus 10:36,39).
Da mesma maneira que seria absurdo tentar separar a graça das obras de Deus, seria errado tentar separar a fé das obras de obediência do homem. Pessoas que ensinam a salvação sem a obediência negam a palavra da Nova Aliança (Tiago 2:14,17,24,26).
A graça e a fé não negam as obras salvadoras da Nova Aliança. Obras da lei anulariam a graça de Deus, mas nem as obras divinas (a morte de Jesus, etc.) nem a vida de fé ativa anula a graça (Gálatas 2:15-21).
A Circuncisão da Nova Aliança: Quem Opera?
A história da entrada na terra de Canaã apresenta mais uma comparação importante. Deus mandou que Josué circuncidasse os filhos de Israel (5:2). Josué o fez (5:3,7). Quando a obra foi feita, Deus disse: “Hoje, removi de vós o opróbrio do Egito” (5:9). Os homens se submetiam à circuncisão que Josué fez, mas foi Deus que operou. Foi uma obra de Deus, não uma obra de mérito dos homens.
Em Colossenses 2:10-13, Paulo compara a circuncisão ao batismo. Estamos aperfeiçoados em Cristo. Os cristãos receberam a circuncisão espiritual no sepultamento do batismo. Desta maneira, Deus nos dá a vida, perdoando os pecados. Considere a comparação:
Mesmo assim, algumas pessoas recusam a “cirurgia” oferecida pelo grande Médico, dizendo que acreditam tanto no Senhor que não precisam da cirurgia! Que loucura!
O Desequilíbrio Doutrinário nos Dias Atuais
Há tendências doutrinárias que levam as pessoas a desviarem da palavra, tanto para a direita como para a esquerda. A igreja católica enfatiza obras sem fé, até praticando o batismo de recém-nascidos. Muitas igrejas evangélicas vão a outro extremo, ensinando a fé sem obras e defendendo a salvação sem o batismo. Mas Deus inclui o batismo como condição para ser salvo (Marcos 16:16), para receber a remissão dos pecados (Atos 2:38; 22:16), para entrar em Cristo (Gálatas 3:27), e para ressuscitar para uma nova vida (Romanos 6:4).
Precisamos nos livrar de doutrinas humanas para fazer o que Jesus mandou. Assim, deixaremos o Senhor operar em nossas vidas, removendo o opróbrio do pecado!

OS AMALEQUITAS

EXODO C 17 V 8 A 15.

Bem esta mensagem tem por finalidade apresentar a realidade em que o povo de Deus vive sobre a face da terra.
Tomei a liberdade e dei um titulo a esta mensagem.

Titulo: A VITÓRIA

Tema: O FRACO HOJE FICA FORTE PELO PODER DE DEUS.

O primeiro versículo diz que os Amalequitas vieram atacar o povo de Deus em Refidim. Por sua vez Moises sabendo desse possível ataque comissionou a Josué filho de Num para sair à peleja contra o arquirival inimigo.
No dia seguinte quando Josué saíra para a peleja, Moises Arão e Hur subiram ao cume do monte a fim de orar pedindo a Deus vitória sobre o inimigo. Diz a bíblia que as mãos de Moises estavam levantadas, e enquanto isso o povo de Deus vencia a batalha, mas quando as mãos de Moises arriavam diz a bíblia que o inimigo vencia. Arão e Hur observando que as mãos de Moises estavam cansadas colocaram uma pedra a fim de poder sustentá-la erguidos, feito isso suas mãos permaneceram erguidas até o por do sol, dando assim vitória a Israel.
Depois de terem vitória sobre os Amalequitas, Deus disse a Moises que era para escrever em um rolo, para memória. Moises construíra um altar e chamou-lhe o Senhor é a minha bandeira, pois o Senhor faria guerra contra Amaleque de geração em geração.
AMALEQUITAS: Os Amalequitas era um tipo povo que habitava no deserto e possuía grande habilidade na arte da guerra, experiente e fortemente armado destruía seus inimigos usando a tática de guerra chamada TÁTICA HIENA.
HIENA é um animal carnívoro que se alimenta de resto de animais que outros deixam para traz, também costuma atacar animais mais frágil do que ele.
Bem no capitulo 25 v 17 e 18 de deuteronômio a bíblia diz que os Amalequitas atacaram os Israelitas que estavam na retaguarda veja: v 17 “lembrem-se do os Amalequitas o que lhes fizeram no caminho, quando vós saístes do Egito. Quando vós estáveis cansados e exaustos, eles se encontraram com vós no caminho e eliminaram todos os que ficaram para traz; não tiveram temor a Deus”.
ISRAEL: Este povo estava no Egito como escravo, quando Deus usa Moises para libertá-los das mãos de Faro. Uma vez liberto do Egito, veio para o deserto, sem experiência, sem tática de guerra, sem armas, sem organização social um povinho desclassificado. Os Amalequitas neste período se colocavam no caminho de Israel a fim de impedir que passassem por ali, usando uma tática de guerra, eles eliminavam os fracos e cansados que ficavam na retaguarda destruindo assim uma boa parte do povo de Deus. usando uma tar que passasem por ali destruido perpoderoso e bem armadoara a a, mas quando as m, destruindo assim uma boa parte do povo de Deus Foi justamente neste período que Israel luta pela a primeira vez após ter vindo para o deserto, e contra um inimigo superpoderoso e bem armado. Analisado segundo a ótica humana Israel com certeza seria destruído por completo. Mas quando Deus está no negocio aquele que parece fraco torna–se forte pelo poder de Deus.
Mas Deus nunca deixa seus servos desamparados, as armas que temos são armas espirituais, capaz de destruir o inimigo totalmente.
Ef. C 6 v 14 “ Estais firmes tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça, e calçados os pés com a preparação do evangelho da paz, tomando o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamáveis do malignos. Tomai também o capacete da salvação, e a espada do espírito, que é a palavra de Deus. E orai em todo o tempo com toda a oração e súplica no espírito. Vigiai com toda a perseverança e súplica por todos os santos.
Vencer o inimigo através da fé.
A fé é uma importante arma para vencer o inimigo. Se por um lado os Amalequitas possuíam uma tática chamada tática hiena, que só atacava pela retaguarda, Israel possuía o escudo da fé que os protegia contra os dardos lançado pelo o inimigo.
Mas a principal arma usada por Moises fora a oração, enquanto Josué estava no combate, Moises, Arão e Ur estavam no cume do outeiro buscando a presença de Deus.
PEDIR SOCORRO A DEUS EM TODO TEMPO, A FIM DE QUE O INIMIGO NÃO VENHA NOS ATINGIR.
Estava Moises com a missão de conduzir o povo pelo deserto, mas antes deveria enfrentar Faraó a fim de que ele viesse liberar o povo de Deus para adorá-lo no deserto, sabemos que Faraó endureceu o coração e perseguiu Israel até que eles estivessem diante do mar vermelho, ou seja, sem saída, porem Moises ali diante daquela situação clamara a Deus, e Deus abre um caminho em meio ao mar vermelho, e seu povo passou louvando seu nome, enquanto que todos os inimigos do povo de Deus pereceram pelas as águas do mar vermelho.
Jericó aparentemente era a cidade mais fortificada da época, quem sabe podemos compará-la com os EUA, hoje com toda sua tecnologia. Mas quando Deus deu a ordem para seu exercito destruí-la, diz a bíblia que o povo de Deus venceu-a e destruiu-a totalmente.
Gideão tinha a missão de lutar contra os Midianitas que constantemente se apossava da lavoura de Israel e saqueava tudo não deixando nada, cabe lembrar que Gideão tinha em mãos 32mil homens de guerra, porem quando o Senhor dialoga com Gideão, diz que é muita gente e nesse mesmo tempo com essa o processo de separação, a fim de os selecionados pudessem ir par a frente de batalha.













EXODO C 17 V 8 A 15.

Bem esta mensagem tem por finalidade apresentar a realidade em que o povo de Deus vive sobre a face da terra.
Tomei a liberdade e dei um titulo a esta mensagem.

Titulo: A VITÓRIA

Tema: O FRACO HOJE FICA FORTE PELO PODER DE DEUS.

O primeiro versículo diz que os Amalequitas vieram atacar o povo de Deus em Refidim. Por sua vez Moises sabendo desse possível ataque comissionou a Josué filho de Num para sair à peleja contra o arquirival inimigo.
No dia seguinte quando Josué saíra para a peleja, Moises Arão e Hur subiram ao cume do monte a fim de orar pedindo a Deus vitória sobre o inimigo. Diz a bíblia que as mãos de Moises estavam levantadas, e enquanto isso o povo de Deus vencia a batalha, mas quando as mãos de Moises arriavam diz a bíblia que o inimigo vencia. Arão e Hur observando que as mãos de Moises estavam cansadas colocaram uma pedra a fim de poder sustentá-la erguidos, feito isso suas mãos permaneceram erguidas até o por do sol, dando assim vitória a Israel.
Depois de terem vitória sobre os Amalequitas, Deus disse a Moises que era para escrever em um rolo, para memória. Moises construíra um altar e chamou-lhe o Senhor é a minha bandeira, pois o Senhor faria guerra contra Amaleque de geração em geração.
AMALEQUITAS: Os Amalequitas era um tipo povo que habitava no deserto e possuía grande habilidade na arte da guerra, experiente e fortemente armado destruía seus inimigos usando a tática de guerra chamada TÁTICA HIENA.
HIENA é um animal carnívoro que se alimenta de resto de animais que outros deixam para traz, também costuma atacar animais mais frágil do que ele.
Bem no capitulo 25 v 17 e 18 de deuteronômio a bíblia diz que os Amalequitas atacaram os Israelitas que estavam na retaguarda veja: v 17 “lembrem-se do os Amalequitas o que lhes fizeram no caminho, quando vós saístes do Egito. Quando vós estáveis cansados e exaustos, eles se encontraram com vós no caminho e eliminaram todos os que ficaram para traz; não tiveram temor a Deus”.
ISRAEL: Este povo estava no Egito como escravo, quando Deus usa Moises para libertá-los das mãos de Faro. Uma vez liberto do Egito, veio para o deserto, sem experiência, sem tática de guerra, sem armas, sem organização social um povinho desclassificado. Os Amalequitas neste período se colocavam no caminho de Israel a fim de impedir que passassem por ali, usando uma tática de guerra, eles eliminavam os fracos e cansados que ficavam na retaguarda destruindo assim uma boa parte do povo de Deus. usando uma tar que passasem por ali destruido perpoderoso e bem armadoara a a, mas quando as m, destruindo assim uma boa parte do povo de Deus Foi justamente neste período que Israel luta pela a primeira vez após ter vindo para o deserto, e contra um inimigo superpoderoso e bem armado. Analisado segundo a ótica humana Israel com certeza seria destruído por completo. Mas quando Deus está no negocio aquele que parece fraco torna–se forte pelo poder de Deus.
Mas Deus nunca deixa seus servos desamparados, as armas que temos são armas espirituais, capaz de destruir o inimigo totalmente.
Ef. C 6 v 14 “ Estais firmes tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça, e calçados os pés com a preparação do evangelho da paz, tomando o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamáveis do malignos. Tomai também o capacete da salvação, e a espada do espírito, que é a palavra de Deus. E orai em todo o tempo com toda a oração e súplica no espírito. Vigiai com toda a perseverança e súplica por todos os santos.
Vencer o inimigo através da fé.
A fé é uma importante arma para vencer o inimigo. Se por um lado os Amalequitas possuíam uma tática chamada tática hiena, que só atacava pela retaguarda, Israel possuía o escudo da fé que os protegia contra os dardos lançado pelo o inimigo.
Mas a principal arma usada por Moises fora a oração, enquanto Josué estava no combate, Moises, Arão e Ur estavam no cume do outeiro buscando a presença de Deus.
PEDIR SOCORRO A DEUS EM TODO TEMPO, A FIM DE QUE O INIMIGO NÃO VENHA NOS ATINGIR.
Estava Moises com a missão de conduzir o povo pelo deserto, mas antes deveria enfrentar Faraó a fim de que ele viesse liberar o povo de Deus para adorá-lo no deserto, sabemos que Faraó endureceu o coração e perseguiu Israel até que eles estivessem diante do mar vermelho, ou seja, sem saída, porem Moises ali diante daquela situação clamara a Deus, e Deus abre um caminho em meio ao mar vermelho, e seu povo passou louvando seu nome, enquanto que todos os inimigos do povo de Deus pereceram pelas as águas do mar vermelho.
Jericó aparentemente era a cidade mais fortificada da época, quem sabe podemos compará-la com os EUA, hoje com toda sua tecnologia. Mas quando Deus deu a ordem para seu exercito destruí-la, diz a bíblia que o povo de Deus venceu-a e destruiu-a totalmente.
Gideão tinha a missão de lutar contra os Midianitas que constantemente se apossava da lavoura de Israel e saqueava tudo não deixando nada, cabe lembrar que Gideão tinha em mãos 32mil homens de guerra, porem quando o Senhor dialoga com Gideão, diz que é muita gente e nesse mesmo tempo com essa o processo de separação, a fim de os selecionados pudessem ir par a frente de batalha.

BENÇÃO E MALDIÇÃO

Benção, Maldição e Amarras diabólicas
Nós fazemos parte de uma árvore histórica de gerações. É bobagem pensar que apenas somos produtos de nossas próprias decisões e vontades. (Ainda que isto nos isente de nossas responsabilidades, em meio a todas as influências não temos o direito de nos isentar de nossas culpas). Estamos inscritos num contexto de histórias de gerações.
Na bíblia vemos que várias gerações existiram e contribuíram para a formação de um grande homem.
Ex.: Davi, a paternidade de Jessé sobre Davi é registrada em toda bíblia.
Em Crônicas 2:3-15 vemos que:
“ Jessé era filho de Obede, que era filho de Boás com Rute, portanto no sangue de Davi estava a herança de um moabita de fibra e caráter tanto de Boás como de Rute”.
Herdamos e possuímos a herança genética de até 10 gerações. Creio que por isto, a genealogia de Jesus foi tão completa. Os escribas registraram todos os nomes positivamente para formar a herança genética de Jesus.
Nos cromossomos estão impressos as características às vezes dominantes, às vezes recessivas de todos os nossos antepassados. Quando estes se encontram com os cromossomos da mulher, defini-se as características encontradas. Porém na carga genética fica todo potencial, todos estão impressos, e estas são as heranças assimiladas. E é ai que reside as enfermidades genéticas. Uma pequena deformação dos cromossomos é suficiente para transmitir toda herança de doenças geneticamente transmitidas.
E por que existe aquela alteração de cromossomos ?
Ø Pôr causa das maldições, dos pactos que nossos antepassados fizeram.
Ai entra todo princípio da árvore genealógica. Por isso é importante fazer a árvore genealógica. Como foram os nossos antepassados, suas vidas, suas práticas, seus vícios, etc. À partir daí discernir se existem maldições que entraram na família e através da oração quebrar.
Temos que interceder, pedir perdão pelos pecados que aqueles antepassados fizeram e quebrar pactos que fizeram.
Ø O milagre da genética em nossas vidas está em nossa formação, existe um espermatozóide entre cento e cinqüenta milhões que vai alcançar o óvulo e o óvulo é um dentre quinhentos mil; nesta proporção somos um dentre milhões. Portanto não nos culpemos ou nos sintamos descriminados, se Deus tinha milhões de opções dentre os espermatozóides e os óvulos que Ele poderia ter usado. Ele utilizou aquele que possuía aqueles gens e o resultado saiu você, com toda essa carga genética que lhe foi transmitida.
Temos que ver as positivas que precisam ser aproveitadas e as heranças negativas que precisam ser quebradas.
Espíritos familiares

Êxodo 20:5 diz: “Visitarei a maldade dos pais nos filhos até terceira e quarta geração, daqueles que me aborrecem”.
Existe uma transmissão de heranças espirituais das gerações passadas para nós; estas heranças tanto podem ser uma benção como uma maldição.
Deus disse que visitaria a maldade dos pais nos filhos: Como isso acontece ?
Deus tão somente entrega aquela família ou indivíduo a sofrer ações de espíritos que induzam sua família (seus antepassados) a práticas pecaminosas, dessa forma as heranças espirituais são transmitidas. (O provérbio se cumpre - Tal pai, tal filho).
Mesmo que os filhos tenham sido marcados pelos distúrbios dos comportamentos; era de se esperar que não repetissem os mesmos erros, mas isto não acontece. São marcados e moldados pelos espíritos que agiram em seus pais e mais cedo ou mais tarde irão demonstrar as mesmas tendências, vícios e comportamentos.
Ver exemplos: suicídio, adultério, alcoolismo, temperamento violento, jogos de azar, etc.
A bíblia na versão King James - versão inglesa:
Levítico 19:31 e Levítico 20:6 diz:
“Não voltareis para os que tem espíritos familiares para serdes contaminados por eles”.
“A alma que se voltar para espíritos familiares, eu me voltarei contra ela e a eliminarei do meio do meu povo”.
Nas traduções em português usamos as palavras: necromantes, adivinhadores, feiticeiro.
Ø Em inglês usa o termo espíritos familiares para demonstrar que estes espíritos de adivinhação, necromancia, feitiçaria, passam de geração em geração.
Há um acompanhamento por parte desses demônios sobre as famílias, eles transmitem os mesmos vícios, comportamento e atitudes.
Nas culturas orientais o elo familiar é mais forte, os filhos tem uma total assimilação do comportamento dos pais, e mesmo na nossa civilização ocidental os elos de transmissão são fortíssimos.
Esse texto da bíblia, estabelece que a justiça e a iniquidade são pessoais e as conseqüências delas, na vida das pessoas, também são.
As conseqüências do pecado e da justiça, a nível de juízo de Deus é pessoal sim, mas a nível te transmissão de vícios e comportamentos não. O distúrbio de comportamento de uma pessoa, afeta toda relação que ela possui com os demais; Deus não imputa o pecado e o juízo no filho, por causa da iniquidade do pai, mas o filho sofre, em sua vida, as conseqüências.
O futuro daquele filho será determinado por seus atos de justiça ou iniquidade; mas as conseqüências das atitudes de seus pais, ele as sofrerá em sua vida. Sem dúvida, estes fatores irão interferir em seu futuro. Contudo, o filho poderá quebrar aquela cadeia de transmissão hereditária ou reforçá-la por sua própria conduta.
Benção ou Maldição

Salmo 109:17-19 : “Visto que amou a maldição, ela lhe sobre venha; pois não desejou a benção, ela se afasta dele...”
Ø Tanto a benção como a maldição é uma força concreta.
· Jacó abençoa seus filhos - Benção Profética - Genêsis 49
· A força de uma benção - Jacó e Esaú - Genêsis 27.
· Uma benção proferida e o cumprimento dela. Josué amaldiçoa quem reerguesse Jericó; Josué 6:26 profere, se cumpre em I Reis 16:34.
Vemos o poder que existe na verbalização das palavras. Aquilo que proferimos ou abençoamos ou amaldiçoamos.
Ø Nossas palavras são materiais que damos ou para o Espírito Santo agir ou para espíritos malignos. Por isso a bíblia condena os maldizentes. Com nossas palavras ou edificamos ou destruímos.
As palavras constróem ou destróem

Tiago 3:6 “Vede que uma fagulha põe em brasas tão grande selva”.
· As palavras tem poder de encorajar ou abater.
· Despertam alegria ou tristezas e angústias.
Por causa de palavras não medidas, duras e desprovidas de misericórdia, lares são destruídos, filhos abandonam os pais, amizades são rompidas. Provérbios 15:1 diz: A palavra dura suscita a ira”.
Mateus 12:36-37 “Pelas tuas palavras serás justificado ou condenado”.
Nossas palavras podem alimentar ou anular a ação de Satanás.
Salmo 141:3: Davi temia falar irrefletidamente e diz : “Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios”.
Provérbios 18:21 : “A morte e vida estão no poder da língua”.
Há pessoas que vivem amaldiçoando tudo:
· Amaldiçoam o salário;
· Amaldiçoam o emprego;
· A família:
· Os pais;
· Os filhos.
As palavras são sementes que caindo em solo propício, e achando condições favoráveis, germinam, crescem, frutificam.
São dois os seus frutos: Benção ou maldição.
Tiago 3:10 diz :”De uma só boca procede benção e maldição”.
Ø Maldição é a autorização dada ao diabo por alguém que exerce autoridade sobre outrem, para causar dano à vida do amaldiçoado.
Na maioria das vezes não temos consciência de estar passando-lhe esta autorização; em geral fazemos mediante prognósticos negativos, que é popularmente conhecido como “rogar pragas”. É um dizer profético negativo sobre alguém.
De modo geral é no momento de ira ou descontrole emocional, ou em decorrência de um desejo frustado, de alvo não alcançado, que proferimos maldições como:
· Um dia você vai implorar a minha ajuda.
· O que você fez comigo outros farão com você.
As pragas se cumprem:
Por desconhecer o poder das palavras muitos vivem amaldiçoando. Quando usamos os lábios para amaldiçoar estamos chamando a nós o que existe no inferno.
As maldições trazem opressão e possessão demoníacas.
· Opressão opera de fora para dentro.
· A possessão de dentro para fora.
( Ex.: a expressão: O diabo que te carregue. )
Nossas palavras semeiam benção e maldição:
· Sobre nós mesmos.
· Sobre os outros.
Quando criticamos, difamamos, murmuramos, abrimos brecha para o inimigo. Então ele apresenta planos, projetos e idéias, que provocam situações favoráveis à sua atuação.
Conhecemos bem a história da figueira que Jesus amaldiçoou. Jesus estava com fome e foi procurar fruto nela. E, não encontrando senão folhas, Jesus disse: “Nunca mais coma alguém fruto de ti”. - Marcos 11:14.
E no dia seguinte a figueira estava seca, dos brotos à raiz.
Por que Jesus fez isso ?
Para mostrar aos seus discípulos quão profundo pode ser o alcance da maldição. Também para que soubessem o poder que pode ter as palavras, porque logo em seguida ele acrescenta: verso 23 - “Se alguém disser”... Palavras podem secar uma figueira ou transportar um monte. Portanto é muito temerário amaldiçoar.
Não amaldiçoemos a nós mesmos, com frases tais como:
· Eu sou um idiota.
· Eu não presto para nada.
· Meu destino é sofrer.
· Eu sou mesmo azarado.
· Nasci para ser um fracasso.
· Nunca vou vencer na vida, etc
Tudo isso é dito com uma dose de ira e desprezo por si mesmo. Afirmações desse tipo tem o poder de tornar inútil a vida de qualquer pessoa.
“Amou a maldição: ela o apanhe; não quis a benção, aparte-se dele”.
Salmo 109:17.
Outros vivem se depreciando fisicamente. Consideram-se feias, não gostam do seu cabelo, ou nariz, ou da boca; acham-se muito gordas ou muito magras, altas baixas. Não estão satisfeitas consigo mesmas; não aceitam como são, e por isso vivem um verdadeiro drama pessoal.
A parábola das dez minas o servo mau se condenou com suas próprias palavras; sua boca determinou seu julgamento:
“Pois tive medo de ti, que és homem rigoroso; tiras o que não puseste e ceifas o que não semeaste. Respondeu-lhe: Servo mau, por tua boca te condenarei”. Lucas 19:21-22
Pilatos durante o julgamento de Jesus, ao perceber que em nada conseguiria favorecê-lo, lavou as mãos e disse: “Estou inocente deste Justo, fique o caso convosco.
Todo povo respondeu: Caia sobre nós o seu sangue, e sobre os nossos filhos”. Mateus 27: 24-25.
E foi o que aconteceu com os judeus; guerras, derramamento de sangue, morte e exílio.
Ø Não chamemos a maldição sobre nós.
Não amaldiçoemos os outros
Ex.: História da mulher que o marido estava ensinando a dirigir automóvel. O homem estava paralítico por uma palavra que disse a sua esposa. “Você é burra. Muito burra. Não aprenderá nunca; você não aprende nada”.
A esposa ficou silenciosa por alguns momentos, cabeça baixa, pensativa. Depois olhou firmemente o marido e, descarregando toda sua mágoa e ira, sentenciou: “Posso ser o que você disse, mas esta “burra” que não aprende nada, um dia haverá de ouvir você implorando que o leve para o hospital dirigindo este carro; mas esta “burra” que não aprende nada, não o fará. Mesmo que você grite, não aquele grito de estupidez, mas de dor, e até chore, não o atenderei. E levantando o lençol mostrou as pernas paralisadas. Tudo o que ela falou se cumpriu. Ele estava com câncer, e tinha 30 dias de vida”. - Livro Benção e maldição - Jorge Linhares.
Há pessoas que tem um prazer mórbido de depreciar os outros por causa da aparência física.
Criticam a magreza, a obesidade, o modo de andar, o modo de falar, os cabelos, a calvície , tudo enfim.
Ex.: A história de Eliseu. Quando certos jovens começaram a zombar da sua calvície. Estavam zombando de um profeta de Deus. E Eliseu os amaldiçoou. No mesmo instante duas Ursas saíram do mato e mataram 42 daqueles rapazes.
Cidades amaldiçoadas. Praga de padre. ( Anhembi. )
Não amaldiçoemos as autoridades.
Êxodo 22:28; Eclesiastes 10:20 Não amaldiçoemos as autoridades espirituais.
Atos 23:5 Paulo se retratou quando soube que estava diante do sumo sacerdote.
I Timóteo 2: 1-4A bíblia nos ensina a abençoarmos as autoridades e orarmos por elas.
Ø Não devemos amaldiçoar nosso filhos, mas abençoar.
Pais que chamam os filho de burros, maricas, malandrinho, safadinho, moleque, vá para o inferno, vou te matar, diabinhos, anjinhos com rabinhos, etc.
Costume de pedir a benção dos pais.
· Abençoar no ventre, com imposição de mãos.
· Abençoar quando saem. Quando vão brincar, trabalhar.
Ø Casamentos que não tiveram a benção dos pais
Nomes próprios e seus significados. Qual a sua influência ?

· Daniel = Deus é meu juiz.
· Misael = quem é como Deus ?
· Azarias = Deus é meu socorro.
· Ananias = Deus é misericordioso.
· Maria das Dores.
· Mara = amargura.
· Dolores = Dor.
· Adriana = deus das trevas.
· Cláudio = coxo, aleijado.
· Aparecida = sem origem.
Homens que Deus mudou seus nomes.
· Jacó = enganador, trapaceiro. Israel = campeão ou vencedor. A nação de Israel não é filhos do trapaceiro, mas filhos do vencedor.
· Saulo = altivo, grande, soberbo. Paulo = pequeno.
· Simão para Pedro = Petros = fragmento de rocha.
Como vencer os sentimentos negativos

Olhando às circunstâncias do ponto de vista de Deus.
Ex.: Josué e Calebe viram a possibilidade de vencer os inimigos e tomar a terra. Os demais espias viram os gigantes.
Ex.: Davi e Golias. Os israelitas viram que Golias era grande demais para ser enfrentado. Davi viu que: a testa do gigante era grande demais para errar uma pedrada.
II Coríntios 5:7, II Coríntios 4:18
Muitos cristãos se preocupam demais com seus sentimentos.
Exageram na importância deles.
Efésios 6:13 fala do dia mal. Qual dia mal ?
· Sabemos que temos que andar pela fé e não pelos sentimentos, mas é muito comum voltar ao hábito de tomar decisões e julgar nossos valores pessoais ou nossa espiritualidade baseados no que estamos sentindo.
· Até que ponto nossas emoções são importantes ?
Ø Para se ter uma resposta correta precisamos descobrir o ponto de vista de Deus.
Creio que Deus se preocupa com nossos sentimentos, mas muito mais com nossas : Ações , Pensamentos e Palavras
Não encontramos na palavra de Deus nada como devo me sentir:
Os ensinamentos são claros sobre:
1 - Como devo me comportar.
2 - Como devo pensar.
3 - Como devo falar.
A razão disso é que Deus sabe que de nada adiantaria ordenar como o homem deve se sentir, já que Ele nos criou incapazes de obedecer esse tipo de ordem. Não há como decidirmos como vamos nos sentir.
A certas coisas que podemos decidir com a ajuda de Deus:
· O que fazer.
· O que pensar.
· O que dizer.
Deus nos dotou com capacidade de usar nossa vontade para fazer nossas escolhas. Mas não existe escolha ou decisão que possa produzir as emoções que gostaríamos de sentir.
Podemos decidir:
· O que fazer .
· O que pensar.
· O que dizer.
Os sentimentos são controlados ou são conseqüências dos:
· Nossos pensamentos
· Ou palavras que dirigimos a nós mesmos.
( Mais a frente vou abordar esse assunto ).
Por desígnio de Deus, nossos sentimentos (emoções) são reações involuntárias aos pensamentos que ocupam a nossa mente e as palavras que nos afloram aos lábios, principalmente as que dirigimos a nós mesmos. - O CONTROLE DAS EMOÇÕES DEPENDE DIRETAMENTE DO CONTROLE DE NOSSOS PENSAMENTOS E PALAVRAS.
De certa forma os nossos sentimentos são semelhantes aos nossos sonhos:
São provocados por nossos pensamentos, porém não são racionais ou confiáveis. Como os sonhos nossos sentimentos revelam muita coisa a nosso respeito, pois espelham o nosso subconsciente. No entanto não devemos confiar neles para orientar nossas decisões, e nem valorizá-las demasiadamente, pois podemos correr o risco de perder a objetividade, caindo num mundo de introspecção e misticismo.
Outro perigo : deixar os sentimentos se multiplicarem - um sentimento negativo tende a gerar outros sentimentos negativos.
Ex.: Uma depressão pode gerar um sentimento de culpa por estar deprimido.
Especialmente o crente pode se sentir culpado. Porque crente não pode ser assim.
Ø ANTICONCEPCIONAL - negar aos sentimentos negativos o direito de se reproduzirem e dominar nossas vidas.
Não admitir sentimento de culpa - por exemplo: se eu fosse um crente mais espiritual não teria esse tipo de sentimento.

Como podemos controlar nossos sentimentos?

Só podemos fazê-lo indiretamente, na medida que PENSAMOS E FALAMOS DE MODO CORRETO.
Começamos a nos sentir melhor quando corrigimos nossa forma (maneira) de pensar: SOBRE DEUS, SOBRE NÓS MESMOS, A RESPEITO DOS OUTROS E DAS CIRCUNDTÂNCIAS QUE NOS CERCAM.
A mais de 100 anos CHARLES FINNEY (evangelista e teólogo) afirmou:
“Estou consciente de que não consigo, por meio de um esforço direto, sentir-me como quero e como quero. Sei que meus sentimentos e todos os estados e fenômenos da sensibilidade são apenas indiretamente controlados por minha vontade. Por um ato de vontade eu posso ordenar ao meu intelecto que considere certos fatos, e desta maneira posso afetar minha sensibilidade e produzir um determinado estado emocional”.
Provérbios 23:7 “Como imagina em sua alma assim ele é”.
Esta passagem deixa claro que os sentimentos, as paixões e o comportamento do homem são determinados por sua maneira de pensar.
As autoridades no assunto afirmam que os nossos PENSAMENTOS determinam como iremos sentir e nos comportar.
Se isso é verdade precisamos aprender a PENSAR corretamente.
Muitos vivem pensando de forma destrutiva há tanto tempo, que nem percebem mais quando seus pensamentos são: NEGATIVOS - CRÍTICOS - PREJUDICIAIS.
Além desses fatores existe a influência SATÂNICA. Ele sabe que os nossos pensamentos são importantes, sabe que se conquistar a mente do homem conquistou todo homem MENTE (SEDE DA ALMA).
Por isso procura alimentar-mos de pensamentos distorcidos, enganosos, confusos, para nos deixar desanimados, derrotados e com um senso de condenação.
Ele sabe que não possui argumentos que possam competir com a palavra de Deus; por essa razão nos incentiva a pensar MEIAS-VERDADES, que não refletem o que sentimos quando estamos deprimidos, à seguir constrói com argumentos fortes com base em fundamentos errados (falsos).:


Algumas mentiras que ele mais usa

· Você fracassou e por isso será sempre um fracasso. É melhor desistir de seus planos.
· Deus não responderá sua oração; nunca responderá, você está perdendo tempo orando assim, deixe disso !
· Você teve um pensamento impuro, logo você é impuro e sempre será impuro já que não consegue mesmo mudar; por que se entrega aos seus desejos e curte sua impureza um pouco ?
· Você disse que perdoou aquela pessoa, mas está sempre com esse sentimento de ódio novamente, é melhor reconhecer que não adianta; afinal ela não merece mesmo o seu perdão.
É fácil perceber os erros contidos nestas frases, quando as vemos por ESCRITO, mas quando nos sentimos DEPRIMIDOS, INÚTEIS E CONTAMINADOS essas afirmações parecem confirmar as opiniões que já temos a nosso respeito. Não conseguimos enxergar que Satanás está tentando nos desistir da luta, para que ele possa vencer-nos.
SOLUÇÃO: Troque os pensamentos errados por pensamentos corretos. Troque palavras destrutivas por fortes afirmações da verdade.
Todos nós conversamos SOZINHOS. Às vezes em voz audível, às vezes só em pensamentos. Talvez você pense que as coisas que fala sozinho não são importantes, engano seu; são mais importantes que aquilo que falamos aos outros, pois nós somos nosso companheiro constante.
Ø Devemos selecionar muito bem as palavras que dirigimos a nós mesmos.
Salmo 19:14 diz: “As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença”.
As melhores palavras são aquelas que encontramos na bíblia e nas afirmações que fazemos baseados nas verdades bíblica.
Ø Vós já estais limpos pela palavra. ( é água de Deus )
Hebreus 13:5 “Pois ele disse: Não te deixarei nem te desampararei”.
· Promessa de Deus
· A consciência da presença de Deus é o auxílio para atravessarmos a maioria das provações.
Mas ele, o escritor, movido pelo Espírito Santo, vai além, nos ensina como aplicar a promessa de Deus:
Verso 6: Assim afirmemos, afirmemos confiadamente. Outra tradução: Assim com confiança ousemos dizer: o Senhor é meu auxílio; não temerei; que me poderá fazer o homem ?
Ø Percebeu qual o segredo ? ASSIM AFIRMEMOS CONFIADAMENTE !
Baseados na palavra de Deus, podemos RENUNCIAR as palavras NEGATIVAS que costumamos dizer, e em lugar delas, aplicar as palavras bíblicas às circunstâncias que estejamos atravessando, fazendo AFIRMAÇÕES DE VITÓRIAS, POSITIVAS E VERDADEIRAS.
Ø A palavra do Senhor é a arma para a nossa vitória.
Filipenses 4:8 diz o que deve ocupar nosso pensamento.
II Coríntios 10:4,5 A palavra de Deus é a única capaz de destruir: Fortalezas - Sofismas - Raciocínios - Altivez, etc.
Efésios 6:17 fala do capacete da salvação. Usa-se na cabeça para proteção. Espada do Espírito = palavra de Deus. Com a palavra me defendo das setas e contra-ataco desfazendo as mentiras de Satanás e ando na verdade de Deus.


Pb bernardino de sena filho